Esse vídeo viralizou nas redes sociais mostrando uma mulher sendo violentamente açoitadas pelo marido, gerou forte indignação e levantou críticas à postura de setores da esquerda que, em nome do politicamente correto, evitam condenar práticas abusivas quando envolvem culturas ou religiões específicas.
Para o campo conservador, o caso escancara que a defesa dos direitos das mulheres não pode ser seletiva nem subordinada a agendas ideológicas: agressão é crime, independentemente da origem cultural ou crença envolvida.