27 de outubro de 2026 – 2 minutos para saber
Gestão anterior defendia a construção de um prédio próprio em terreno de 7,6 mil m². Agora, Alexandre Prado articula a transferência do Legislativo para um imóvel público já existente.
A Câmara Municipal de Varginha trabalha para transferir sua sede para o antigo Fórum do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), na Vila Pinto. A iniciativa, conduzida pelo presidente Alexandre Prado, representa uma alternativa ao projeto de construção de um prédio próprio defendido na gestão anterior, de Marquinho da Cooperativa.
Na proposta anterior, a Prefeitura propôs destinar uma área de aproximadamente 7.600 m², na Rua Dilermando Silva, no bairro Reserva Alto Vila Paiva, para a construção da nova sede. A iniciativa buscava resolver as limitações do atual prédio, localizado no Centro.
Agora, a Câmara negocia a utilização do antigo Fórum, aproveitando uma estrutura pública já existente. Nos dias 22 e 23 de outubro, Alexandre Prado esteve em Belo Horizonte com representantes administrativos e jurídicos do Legislativo para tratar da transferência junto ao Governo de Minas e ao Ministério Público estadual.

Segundo a Câmara, a minuta do documento de transferência está em fase final de elaboração. O Ministério Público manifestou concordância com o prosseguimento das negociações, mas a mudança ainda depende da conclusão dos trâmites legais e da assinatura dos documentos necessários. A expectativa é que a transferência avance ainda em 2026.
Custo e estrutura em debate
As duas propostas buscam solucionar o mesmo problema: a atual sede não atende adequadamente às necessidades do Legislativo.
A construção de um prédio próprio permitiria planejar os espaços de acordo com as demandas da Câmara. Já a transferência para o antigo Fórum pode aproveitar uma estrutura pronta e evitar o início de uma nova obra, embora ainda possa exigir reformas e adaptações.
A definição da alternativa mais vantajosa depende dos custos de construção ou adequação, das condições do imóvel e do prazo para colocar a estrutura em funcionamento.
O principal ponto a esclarecer é quanto cada opção custará aos cofres públicos e quais condições oferecerá a vereadores, servidores e cidadãos.
Mais do que a escolha entre construir ou transferir, a decisão deverá considerar a eficiência do investimento, a funcionalidade do espaço e o melhor aproveitamento do patrimônio público.
Fotos: reprodução.

