A ministra declarou durante reunião no Palácio do
Planalto entre Michel Temer e governadores, que a situação de insegurança se
repete em outras cidades do país, grandes ou pequenas
Planalto entre Michel Temer e governadores, que a situação de insegurança se
repete em outras cidades do país, grandes ou pequenas
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia declarou, durante
reunião do presidente Michel Temer no Palácio do Planalto que tem medo de andar
à noite na Praça Sete, em Belo Horizonte. Segundo ela, há mais de 20
anos, costumava tomar o ônibus que descia por volta das 23h naquela praça
“sem o menor problema”. “Hoje tenho medo de repetir esse
gesto”, disse. A ministra declarou que essa situação se repete em outras
cidades do país, grandes ou pequenas. Ela ainda citou que em 2005 foi assaltada
em Espinosa, no Norte de Minas.
reunião do presidente Michel Temer no Palácio do Planalto que tem medo de andar
à noite na Praça Sete, em Belo Horizonte. Segundo ela, há mais de 20
anos, costumava tomar o ônibus que descia por volta das 23h naquela praça
“sem o menor problema”. “Hoje tenho medo de repetir esse
gesto”, disse. A ministra declarou que essa situação se repete em outras
cidades do país, grandes ou pequenas. Ela ainda citou que em 2005 foi assaltada
em Espinosa, no Norte de Minas.
Segundo ela,
o cidadão tem o “direito ao sossego”, o que garante a confiança no
estado e fortalece a democracia. “A segurança pública quer isso, que cada
cidadão possa ir dormir sem sobressalto”, afirmou. “Uma democracia
vive disso, e só disso, da confiança que o cidadão tem de que o estado não vai permitir
que alguém, pela força, lhe retire os direitos, especialmente, esse de andar na
rua sossegadamente”, disse.”É exatamente isso faz com que o cidadão
não acredite no seu país, no estado, e de que a democracia vale a pena”,
frisou.
o cidadão tem o “direito ao sossego”, o que garante a confiança no
estado e fortalece a democracia. “A segurança pública quer isso, que cada
cidadão possa ir dormir sem sobressalto”, afirmou. “Uma democracia
vive disso, e só disso, da confiança que o cidadão tem de que o estado não vai permitir
que alguém, pela força, lhe retire os direitos, especialmente, esse de andar na
rua sossegadamente”, disse.”É exatamente isso faz com que o cidadão
não acredite no seu país, no estado, e de que a democracia vale a pena”,
frisou.
Dê: EM


